A receita originada com as vendas das fotos será destinado ao
programa de Verão de acolhimento de crianças saharauis na Andaluzia promovido pela
Asociación de Amigos del Pueblo Saharaui, que este ano viu diminuído o número
de famílias acolhedoras devido à crise.
Espaço de informação e debate promovido pela Associação de Amizade Portugal - Sahara Ocidental.
Pelo direito à autodeterminação do povo Saharauí.
sábado, 2 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
A Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos e o julgamento e condenação de 25 civis saharauis por um Tribunal Militar marroquino
A Comissão está preocupada particularmente pelo facto de o
julgamento ter sido realizado por um tribunal militar, sem que sejam oferecidas
garantias de apelação e recurso: um
elemento fundamental das normas de julgamentos justos ratificados a nível
internacional.
A Comissão reafirma o seu compromisso - em conformidade com o
seu mandato de promoção e de proteção dos direitos humanos no continente africano
-, de supervisionar que os direitos de todos os saharauis sejam respeitados, estejam
onde estiverem.
A Comissão convida o Conselho de Segurança das Nações Unidas
a ampliar o mandato da Missão das Nações Unidas para o Referendo no Sahara Ocidental
(MINURSO) integrando a observação ou a vigilância dos direitos humanos no
território.
A Comissão recorda a sua Resolução ACHPR/Res.45 (XXVII) 00
sobre o Sahara Ocidental de 11 de março de 2000 e convida a comunidade
internacional a resolver quanto antes a questão do direito à autodeterminação
do povo saharaui.
Vídeo de homenagem ao 37º aniversário da RASD
A Unión Progreso y Democracia é um partido
político espanhol com representação parlamentar, surgido de uma cisão no PSOE.
Foi criado em 2007 e é liderado por Rosa Mendez. Possui 5 deputados na Parlamento
espanhol e um no Parlamento Europeu.
77 eurodeputados subscrevem relatório jurídico de Meyer e Masip e viajam para os territórios saharauis ocupados por Marrocos
Além disso subscreveram um documento (até agora subscrito
por 77 eurodeputados), pedindo a liberdade dos presos políticos e os direitos à
autodeterminação do Sahara Ocidental, entre outras reivindicações a favor do
povo saharaui.
A
visita da delegação de eurodeputados deverá realizar-se na próxima quarta-feira. A delegação de dez
pessoas tem intenção de voar num avião da companhia Royal Air Maroc desde
Casablanca até El Aaiún, onde solicitaram reunir-se com representantes da
Minurso.
Recorde-se que no passado, outros viagens de europarlamentares
a El Aaiún, como a de Willy Meyer (da Esquerda Unida Europeia) em novembro de
2011, foram abortadas pelas autoridades marroquinas, que não permitiram o
eurodeptudo Meyer nem sequer a sair da aeronave, ordenando o seu imediato regresso
no mesmo avião.
Fonte EFE e outras
Mohamed Abdelaziz: julgamento dos acontecimentos de Gdeim Izik, “uma nova vitória” do povo saharaui
O presidente da República Árabe Saharaui Democrática (RASD) e
secretário-geral da Frente Polisario, Mohamed Abdelaziz, referiu quarta-feira que
o julgamento contra os 24 cidadãos saharauis ppr alegada implicação nos distúrbios
registados durante o desalojamento do acampamento de protesto de Gdeim Izik, nas
cercanias de El Aaiún, em 2010, representou “uma nova vitória para a causa
saharaui”.
O tribunal ditou uma condenação perpétua para nove
saharauis, e condenou a 30 anos de prisão quatro pessoas, a 25 anos oito réus, e
a 20 anos outros dois. Aos condenados o tribunal militar de Rabat acusou-os de delitos
de “formação de bando criminoso, violência contra as forças públicas com a morte
como resultado”.
Em discurso da comemoração por ocasião do 37º aniversário da
proclamação da RASD, Abdelaziz criticou duramente “o julgamento militar contra os
heróis de Gdeim Izik, que fracassou quando era hora de satisfazer os elementos
básicos da legalidade e as condições de um julgamento justo, na opinião de muitos
observadores e organizações internacionais”.
Nesse sentido, Abdelaziz destacou que o julgamento “é uma nova
prova da ocupação marroquina, que se destaca pelos seus métodos de intimidação,
assassinatos coletivos, torturas e desaparecimentos”.
“Chegou o momento de a comunidade internacional dizer a Marrocos
que já basta. Este país, origem de várias ameaças para a região e violador do Direito
Internacional com a ocupação do Sahara Ocidental, alimenta a sua capacidade pela
produção e exportação de drogas e por animar o crime organizado e a ameaça terrorista”,
acrescentou.
Fonte: SPS
Subscrever:
Mensagens (Atom)




