sábado, 2 de novembro de 2013

O Sahara no tempo do colonialismo espanhol: Arquivo Geral Militar de Ávila revela os seus segredo

 

A Divisão Azul, a administração espanhola no Sahara ou o arquivo privado do general Moscardó são alguns dos milhares de fundos guardados no Arquivo Geral Militar, em Ávila, que, desde agora, abre as suas portas para que se conheça o trabalho de conservação e custódia que desenvolve.

As entranhas do Palácio renascentista de Polentinos têm guardado com zelo, até ao momento, milhares de fundos históricos que vão desde a Guerra Civil espanhola até 1976.



Uma enorme quantidade de mapas, fotografias, planos, relatórios e outros documentos, cujos segredos se começam a revelar com a abertura ao público do arquivo. (…)
  
Há fundos sobre as campanhas de Ifni-Sahara, a presença militar espanhola em África, documentos e arquivos privados e coleções de fotografias, imprensa e um enorme etcétera que totaliza umas 48.000 caixas, 35.000 fotografias, 240.000 mapas e milhares de livros.



O Arquivo Geral Militar tem como objetivo facilitar informação aos investigadores, tendo em conta que são recebidos pedidos “de todo o mundo”, relacionados, sobretudo, com a Guerra Civil e as campanhas africanas.

Aos investigadores, facilita-lhes a documentação por correio eletrónico, tendo em conta que só “uma mínima parte” está digitalizada. O arquivo possui já “quase dois milhões de imagens” digitalizadas.


Fonte: EFE

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